Gestão de Riscos e Controles Internos

Reconheça exposições. Desenhe controles proporcionais.

Riscos precisam ser relacionados aos objetivos e aos processos em que se materializam. Estruturamos identificação, priorização e tratamento das exposições com controles verificáveis, responsáveis e critérios de revisão.

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ENTENDER PARA TRANSFORMAR

Antes da solução,
a compreensão do problema.

Riscos precisam ser relacionados aos objetivos e aos processos em que se materializam. Estruturamos identificação, priorização e tratamento das exposições com controles verificáveis, responsáveis e critérios de revisão.

O que costuma estar por trás

  • Riscos sem responsáveis e critérios comuns.
  • Acessos incompatíveis com as funções exercidas.
  • Ausência de testes periódicos dos controles.
PONTOS DE ATENÇÃO

Desafios que merecem uma análise.

  • Falhas são descobertas quando já afetaram caixa ou operação.
  • Uma pessoa concentra solicitação, aprovação e execução.
  • Controles existem no papel, mas não deixam evidências.
COMO PODEMOS ATUAR

Conhecimento técnico
aplicado ao seu contexto.

A profundidade e a sequência das entregas são definidas após o diagnóstico, de acordo com a operação e os objetivos da empresa.

01

Identificação e priorização

Relacionamos eventos de risco aos processos e objetivos, considerando causa, consequência, probabilidade e impacto. A priorização distingue exposição inerente e efeito dos controles existentes.

02

Desenho de controles

Definimos controles preventivos e detectivos, responsáveis, frequência e evidências. Segregação de funções, alçadas, conciliações e trilhas de auditoria são avaliadas conforme a materialidade da exposição.

03

Teste e acompanhamento

Amostras e verificações conferem se os controles foram executados e se funcionam como previsto. Deficiências recebem planos de ação e acompanhamento, reconhecendo que nenhum sistema elimina todos os riscos.

Matriz de riscosControles internosSegregação de funçõesEvidênciasMonitoramento
ABORDAGEM E MÉTODO

Estrutura para avançar
com consistência.

  • Matriz de riscos e controles
  • Segregação de funções
  • Testes de desenho e execução
  • Conciliações
  • Planos de tratamento
O QUE ACOMPANHAR

Indicadores que orientam a leitura.

01Riscos sem tratamento
02Controles testados
03Falhas recorrentes
04Ações vencidas
05Acessos incompatíveis
EXEMPLO TÉCNICO
Cenário ilustrativo

Exemplo ilustrativo: alterar dados bancários de um fornecedor e aprovar o pagamento são funções separadas. Uma confirmação por canal previamente conhecido e um registro da validação reduzem a exposição a alteração indevida de dados.

PERGUNTAS FREQUENTES

Clareza antes
do próximo passo.

Cada projeto parte de um diagnóstico e de um escopo definido em conjunto.

01Todo risco precisa de um novo controle?

Não. O tratamento pode envolver evitar, reduzir, compartilhar ou aceitar a exposição dentro dos limites definidos. Custos e benefícios do controle precisam ser avaliados.

02Um controle automatizado dispensa revisão?

Não. Parâmetros, acessos e mudanças no processo podem comprometer sua eficácia. É preciso verificar o desenho e a execução ao longo do tempo.

O PRÓXIMO PASSO COMEÇA COM UMA CONVERSA

Vamos olhar para riscos e controles com mais profundidade?

Descubra como uma análise estruturada pode identificar pontos de atenção, oportunidades de melhoria e caminhos para uma gestão mais eficiente.

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